Condenado por envolvimento na morte de jovem em 2014 rompe tornozeleira e está foragido em RO

Acusado de assassinar Jaqueline Naiara Guedes é julgado O apenado Maurílio Paiva, conhecido como "Pacheco", condenado por participação no assassinato de Jaq...

Condenado por envolvimento na morte de jovem em 2014 rompe tornozeleira e está foragido em RO
Condenado por envolvimento na morte de jovem em 2014 rompe tornozeleira e está foragido em RO (Foto: Reprodução)

Acusado de assassinar Jaqueline Naiara Guedes é julgado O apenado Maurílio Paiva, conhecido como "Pacheco", condenado por participação no assassinato de Jaqueline Naiara Costa Guedes, em 2014, em Porto Velho, é considerado foragido da Justiça desde o início de agosto deste ano. Segundo o Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO), ele rompeu a tornozeleira eletrônica cerca de sete meses após ser autorizado a cumprir a pena em regime semiaberto. A progressão de regime foi autorizada pela Justiça em 9 de dezembro, e o monitoramento eletrônico passou a ser realizado pela Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) em 17 de dezembro. De acordo com o TJ-RO, Maurílio rompeu a tornozeleira eletrônica em 1º de agosto. No entanto, a Vara de Execuções Penais (VEP) de Porto Velho foi comunicada sobre a fuga apenas 30 dias depois. O tribunal informou que já foi expedido um mandado de prisão contra o foragido. A Polícia Penal informou que realiza diligências para localizar o fugitivo. Maurílio Paiva Reprodução/Sejus LEIA TAMBÉM: PF faz operação contra desvio de verbas eleitorais e apreende mais de R$ 50 mil em espécie em RO Jovem de RO morto em festa no Ceará era apaixonado por futebol e fazia planos para ajudar a família, diz irmão O que diz a Sejus? Em nota, a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) informou que perdeu a comunicação com a tornozeleira eletrônica usada por Maurilio Paiva, conhecido como “Pacheco”. Segundo a pasta, o sistema registrou que ele havia se deslocado para uma área rural sem cobertura de telefonia móvel, o que pode interromper a comunicação do equipamento. A Sejus afirmou que não houve, até o momento, alerta específico de rompimento da tornozeleira e, por isso, não é possível afirmar que o equipamento tenha sido retirado ou violado. Após a perda do sinal, equipes tentaram entrar em contato com Maurilio por telefone e fizeram buscas no endereço residencial cadastrado e em outros locais relacionados a ele, mas não conseguiram localizá-lo. A ocorrência foi comunicada ao Poder Judiciário, que poderá determinar as medidas cabíveis, incluindo eventual expedição de mandado de prisão. Até o momento, a tornozeleira não foi recuperada. A Sejus informou ainda que não há informações oficiais sobre o paradeiro de Maurilio que possam ser divulgadas e que detalhes sobre registros de localização e diligências são sigilosos. Entenda o caso Maurílio Paiva foi condenado pelo 2º Tribunal do Júri de Porto Velho, em abril de 2015, a mais de 12 anos de prisão pelo homicídio qualificado de Jaqueline Naiara Costa Guedes. A Justiça reconheceu as qualificadoras de motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima. Segundo o TJRO, o crime ocorreu em janeiro de 2014, quando Maurílio abordou Jaqueline de forma violenta, a imobilizou e a entregou a outras pessoas em troca de drogas. A vítima, que tinha 29 anos, foi encontrada morta em um terreno baldio na Zona Leste de Porto Velho. As investigações apontaram que a vítima havia saído de uma reunião familiar e seguia para casa quando foi abordada. Na época, informações divulgadas pelo g1 mostraram que Jaqueline estava com as mãos amarradas e apresentava sinais de estrangulamento. Jaqueline Naiara Costa Guedes Assem Neto